Durante dezembro e janeiro, foi a comunidade Bauy que escolheu o tema destas peças através dos jogos que fomos criando nas redes. Eu ouvi, senti e depois trouxe tudo para a minha visão — porque a Bauy existe apenas através das minhas mãos e a minha forma de ver o mundo.
Nada aqui é feito à pressa. Eu passo horas a procurar a peça certa: boa qualidade, bom corte, bom estado. Muitas vezes encontro marcas com etiqueta, completamente novas, à espera de uma segunda oportunidade. Quando chegam até mim, eu lavo, trato, retiro manchas, ajusto pequenos defeitos. Só começo a criar quando sinto que a base está pronta.
Depois vem a parte mais crua e mais bonita: faço os carimbos à mão, testo padrões, divido desenhos antigos, reinvento restos, construo camada sobre camada. Cada peça é pensada individualmente. Não existe produção em massa. Existe tempo, intenção, transformação e principalmente sustentabilidade. Eu dou muito valor ao facto de trabalharmos com o que temos, e cada vez mais estou a transformar a Bauy nisso. A criar com o que tenho disponível em armazém. 
Sim, são peças em segunda mão. Mas não são “usadas” no sentido comum como estás habituado a comprar pela vinted se calhar. Eu transformo-as em peças únicas, irrepetíveis, com identidade própria. Quem compra não está a comprar roupa usada — está a levar uma peça de arte vestível que mais ninguém terá igual e isso é bem diferente. :))
E estão prontas para envio imediato em 24h.
Espero por ti dia 24 de Fevereiro Às 12h (pt)
Com amor,
Diana
